Durante mais de uma década, as redes sociais foram construídas para conectar pessoas. Hoje, elas parecem cada vez mais voltadas para algoritmos, publicidade e inteligência artificial.
Os conteúdos deixaram de ser exibidos em ordem cronológica e passaram a disputar atenção em sistemas que priorizam retenção, engajamento e monetização.
Ao mesmo tempo, cresce o número de usuários cansados da superficialidade digital e em busca de plataformas menores, comunidades fechadas e conteúdos mais relevantes.
Talvez não estejamos presenciando o fim das redes sociais, mas o fim de um modelo baseado apenas em curtidas e alcance.
A próxima geração de plataformas deverá privilegiar confiança, reputação e relacionamentos reais, em vez de números vazios.
O desafio das empresas será equilibrar crescimento financeiro com uma experiência digital saudável para seus usuários.
